sexta-feira, 31 de maio de 2013

Borges, o gato, em seu texto sobre os livros e a leitura! Perfeito...


Original de: http://www.borgesogato.com/apreciar-um-livro/

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Exemplo

Hoje cedo, uma das primeiras mensagens que encontrei na minha caixa de e mails era intitulada "UOL - Notícias por e mail", encaminhada pelo Marcelo. Quando abri, tive uma grata surpresa. Eu, que já venho acompanhando pessoas famosas que resgatam e cuidam de animais há um tempo, descobri mais uma! Nosso time vem ganhando muito reforço na mídia por conta dessas pessoas:

Chris Nicklas encontra paz de espírito e qualidade de vida entre suas plantas e gatos

A apresentadora do Quebra-Cabeça do canal GNT, Chris Nicklas vive num lugar de sonhos, onde encontra sua paz de espírito e qualidade de vida.  “Encontramos o lugar e fomos plantando árvores frutíferas e hoje temos pés de acerola, jabuticaba e amoras. [...] nós tínhamos a experiência de ter morado em casa e viver com jardins, animais, de rolar na lama. E queríamos dar isso aos nossos filhos”.



Chris fala que a casa parece uma bolha, com direito à visita de saguis e gambás: “Estamos num trecho de Mata Atlântica e temos contato com a fauna silvestre”, diz ela, entusiasmada.Isso explica por que nos finais de semana a família até prefira ficar em casa a sair. A sala tem um deque no jardim, com muitas plantas que o casal mesmo cuida. “Nós nos importamos e isso nos dá a sensação de qualidade de vida, nosso esforço diário em manter este cantinho”.



Na casa, ela vive também com um peixe e cinco gatos, todos resgatados da rua: “O Chinês, por exemplo, chegou todo sarnento e cuidamos. Já tive mais, mas, claro, eles vão morrendo, de velhice ou doenças graves. Todos são castrados, o que evita que queiram ir para a rua. Creio que os animais tenham um pouco da personalidade dos donos. A veterinária sempre diz que meus gatos são muito calmos e bonzinhos na hora de serem atendidos”.



A apresentadora já chegou a declarar que gostaria de criar uma reserva ecológica, mas confessa que é algo meio utópico: “Tenho amigos com este mesmo sonho. Eles têm esta percepção de natureza. Nós discutimos sobre isso de criar uma reserva, mas é algo muito grandioso”. Enquanto o sonho não se realiza, ela toma algumas atitudes para mudar o mundo, ao menos ao seu redor: “Eu reciclo, planto árvores, temos um carro só, o que é mais econômico e ecológico, resgato animais.”




Aliás, falando em maternidade, algo que a conduz é a responsabilidade de educar: “Penso em passar meus valores éticos, pois as crianças se inspiram em seus pais. A nova geração nem liga para nada, mas é preciso se importar com as pessoas, com o meio ambiente, com os animais, enfim, com tudo a sua volta. Você vê um cão atropelado, por exemplo, e não vai parar e socorrer?”, finaliza. 



É isso. O ideal!

Bjos em todos.

 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Casa nova. Capítulo I - Enfim, sós!


Oi genteeeee...Bem, depois de oito meses da nossa mudança, venho contar tudo! Em capítulos, porque a história é longa e deve ser contada em detalhes de tão deliciosa que é. Lá vai:

Na manha do dia 21 de janeiro deste ano, eu, Kitutti, Pérola e Milk mudamo-nos para nossa casa nova. Longe de todo o burburinho dos engarrafamentos e correria da cidade grande, chegamos felizes ao nosso “lugar de mato verde pra plantar e pra colher”, à nossa casinha amarela de varanda, com "quintal e uma janela para ver o sol nascer".

Agora, os gatos não passam mais o tempo olhando a fileira de carros iluminados na Av. Santos Dumont, eles olham a Lua pastar (A Lua é a égua da minha irmã Sarah que mora ao nosso lado. Depois eu conto mais esta história). De todos os meus felinos, a Pérola é a que mais gosta da Lua. Na foto abaixo, a Lua me ajudando com a grama. Ela come tudo direitinho, de modo que eu não preciso cortar sempre. Uma fofa, super carinhosa essa minha sobrinha.


Nós estamos muito felizes por termos o nosso lugar e por termos Bethoven com a gente todos os dias. (Bethovem é o cachorro que eu adotei e que ficou morando no terreno enquanto a casa era construída.. Depois eu conto essa outra parte da história. Importantíssima, diga-se de passagem).



Além do Bethovem e da Lua, o Kitutti, a Pérola e a Milk ganharam a companhia de outros animais: Akim, (cachorro da minha irmã Sarah e do meu cunhado Marcelo), Nick (cachorro da casa da minha mãe), os jabutis (qua ainda não tem nomes) e Lisbela (uma rolinha Fogo-pagô que fez ninho na coluna da minha varando e hoje mora aqui com os filhos e o Prisioneiro, seu marido).




Só pra vocês entenderem, aqui funciona assim: um terreno grande, 12 lotes, com três casas. Cada pedacinho da família, que antes morava toda junta naquela caixinha de fósforo que as pessoas chamam de apartamento, agora tem sua casa.

Eu, Kitutti, Pérola, Milk e Bethoven ficamos com 3 lotes no lugar que eu considero ser o mais privilegiado de todo o terreno. Temos muita sombra no nosso quintal por conta de um cajueiro enorme e de várias outras árvores, dentre coqueiro, pé de acerola, mamoeiro...







 



 ... e "entrou pela perna do pato, saiu pela perna do pinto. Seu rei mandou dizer que eu contasse mais cinco!" Mas só depois...

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Paixão felina desde a infância

Oi gente! Hoje trago pra vocês uma foto minha ainda pequena, no jardim de casa, com um gatinho. Achei a preciosidade revendo meus álbuns de infância. Depois, conversando com familiares, cheguei a uma informação importante. Minha tia Lyana tinha um gatinho nesta época chamado Faísca e, como ela era nossa vizinha, estou achando que é ele na foto.


Bem, é isso! Eu e os gatos, um amor de sempre, pra sempre. Coisas de Bruxa.
Um excelente final de semana para todos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Eike Batista - a invasão dos gatos na família

Quando, há quatro anos, eu me apaixonei pelos gatos, fui considerada estranha por muitas pessoas. Hoje, eu fico feliz ao ver que conseguimos, eu e meus gatos, conquistar muitas pessoas. A galerinha da casa da vovó Alice adotou, em janeiro deste ano, um gatinho lindo, batizado de Eike Batista.

Eike Batista no meu colo quase dormindo por conta do cafuné.


O gatinho chegou com a mãe e ambos foram abrigados e alimentados, de forma que o período da amamentação transcorreu tranquilamente. Porém, como não houve a castração conforme eu indiquei desde o começo (os benefícios da castração demoram muito a serem absorvidos pelas pessoas) a gata mãe foi à rua, ainda no primeiro mês em que estava na casa nova) e não mais voltou. Bem, a lição foi aprendida de modo que Eike foi castrado assim que completou seis meses. Foi também vacinado, vermifugado e come ração de ótima qualidade.



Eike é um gatinho muito carinhoso e amado e até o Skim, o cachorro da família, que sempre teve problemas com outros animais, está amigo dele. Eike já completou oito meses e, como todo gato, acha que é o dono da casa. Dorme com a vovó na cama e tem travesseiro, mas também tem caminha própria de gato.

A partir de hoje, Eike Batista vai aparecer aqui com mais frequencia. Eu espero que ele conquiste a todos vocês assim como fez com sua família humana que, agora, tem muita história engraçada pra contar.


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Tom entre livros

Oi gente, voltando com tudo depois de umas semanas de ausência.
Trago pra vocês hoje o Tom, gatinho da Suzana Figueira do Pará. O Tom, esse gatinho galã que aparace nas fotos deste tópico,  foi resgatado das ruas ainda bebê e hoje tem um ano e meio. É um gatinho intelectual e muito "viajado".  Já viajou junto com sua mãe de avião e de carro. Foi conhecer os avós e o restante da família e, por incrivel que pareça, conquistou sua vó materna que não gostava muito de “bicho”. Hoje, ela adora o Tom. Liga para a Suzana e pergunta pelo netinho todos os dias.

Eu gostaria de aproveitar o post para mandar um cheirinho de nariz pra esse gato culto que virou minha nova paixão virtual. 




quarta-feira, 16 de maio de 2012

A coluna de Pedro Salgueiro, do jornal O Povo, publicada quinzenalmente às quartas-feiras, trouxe hoje o texto Cães & gatos que eu queria dividir com vocês. O texto fala da ligação de escritores com os felinos. Espero que gostem.


Cães & gatos

"Entre os escritores cearenses conheço as preferências caninas do amigo Airton Monte e a idolatria saudável da bela Tércia Montenegro por gatos.

O mundo é dividido entre os que gostam de cães e os que adoram os gatos.

Não à toa não se dão lá muito bem: homens, cães e gatos.

Homens que gostam de cães adoram submissão, veneram os que lhes lambem diuturnamente os pés.

Homens que gostam de gatos são maus, misteriosos e solitários.

Há os que gostam dos cães por sua fidelidade, companhia e subserviência; já outros que os detestam exatamente por essas mesmas características.

Existem os que odeiam os gatos por sua frieza, arrogância e discritude; outros os amam exatamente por isso.

Os cães são dos donos, os gatos são das casas... e blá, blá, blás (ou miau, au, aus!)

Sempre desconfio dos que se apegam demais a uns e a outros. Dos que criam um número excessivo deles. Pra mim o mais claro sinal de loucura, de desequilíbrio mental.

Os dois passaram a ser por demais destacados, cuidados, amados, endeusados: terapias para os males modernos? Gostava da época em que não eram mais que adereços corriqueiros de um lar: comiam as sobras, dormiam num canto qualquer da cozinha, e se vacilassem recebiam um troco conforme fosse o humor dos habitantes: um afago ou um chute, um osso ou um grito...

Winston Churchill afirmava que “os gatos são os únicos animais que nos olham de cima pra baixo”. Patrícia Highsmith dizia que “um cachorro pode ser utilizado ou comandado, mas um gato não obedece ordens.” Os escritores de literatura policial e de mistério sempre foram fanáticos por eles: Edgar Allan Poe e sua esposa Virgínia dormiam com um siamês lhes aquecendo os pés (e quem não se lembra do seu tenebroso contos O gato preto?), Raymond Chandler sempre escrevia com seu felino sobre a escrivaninha, o monumental Simenon frequentemente era fotografado com seu enorme persa negro, nossas Lygia Fagundes Telles e Clarice Lispector eram devotas confessas dos bichanos, João Guimarães Rosa também...

O escritor francês Roger Grenier escreveu um livro belíssimo, Das dificuldades de ser cão (aqui saiu pela Ed. Cia das Letras em 2002), sobre cachorros de literatos famosos: do mitológico Argos, de Ulisses, ao vira-lata mestiço de Thomas Mann; cães para todos os gostos.

Entre os escritores cearenses conheço as preferências caninas do amigo Airton Monte e a idolatria saudável da bela Tércia Montenegro por gatos. Já a queridíssima Ana Miranda reparte seu coração e sua casa grandes igualmente para cães e gatos.

Eu, modestíssimos escritor de província, prefiro gatos a cães. Precisamente pelos que os felinos têm de mais humanos: os defeitos. E não gosto muito de cachorros talvez pelo simples fato de que um dia, na infância, fui mordido na canela por um magro vira-lata branco."

Vocês podem enviar considerações sobre o texto através do e mail: pedrosalgueiro@opovo.com.br

domingo, 11 de março de 2012

Resgate de luz

Oi gente, depois de muito tempo de ausência desse espaço devido a construção de uma casa nova e posterior mudança, retorno em grande estilo (modéstia a parte). Volto aqui para contar a história de um resgate iluminado. 
Ainda quando morava no meu antigo apartamento, onde vivia com minha família de origem e meus filhos felinos, conheci uma gatinha cega linda e assustada. Ela começou a frequentar o local onde eu colocava ração para um gato, Francisco, acolhido pelo porteiro. Observando-a mais de perto, percebi que estava grávida e imaginei como seria um parto na rua e coo ela faria para cuidar dos filhotes. Sensibilizada tentei resgatá-la para levar à casa da veterinária que me ajuda com os bichinhos para a doção. Depois de muita tentativas, que envolveram o porteiro, meu namorado e minha mãe, conseguimos levá-la à casa da Dra. Margarida Timbó, onde a minha ceguinha pôde finalmente ter seus filhotes em segurança e amamentá-los. Dos 3 bebes pretinhos, apenas 2 sobreviveram (depois posto fotos deles) e forma adotados depois de desmamar por uma amiga da dra. Margarida que ficou de enviar as fotos (ainda estou aguardando). Após a adoção dos babys, castramos e Ceguinha e começamos  divulgar a necessidade de um adoção muito responsável. Vejam o desenrolar da história narrada pela nova mamãe da minha bebê, minha amiga Gisele Oliveira. 
 
Felicidade, amor, cuidado... Sol tem a melhor família que Deus poderia dar a ela.

"SOL DA MINHA VIDA!
Perdi minha Mel em Novembro do ano passado. Logo depois veio um caso na net, com um pedido de socorro desesperado da minha amiga Rachel Garcia, que pediu ajuda para socorrer quase 20 gatinhos que viviam em um apartamento e iriam parar na rua, porque a doida da dona não ia mais poder ficar com eles. Compartilhei com a Rachel, desse desespero, pois animais acostumados em apartamen...to, protegidos, pararem na rua? Como iriam sobreviver? Resolvi: Não posso salvar todos, mas ao menos um vai fazer a morte da minha Melzinha não ter sido em vão. E avisei pra Rachel: Quero uma fêmea, aquela que vc enxergue como menor possibilidade de ser adotada. Assim minha futura filha foi escolhida, até que... Rachel me avisou que tinha sob seus cuidados uma gata cega. Aí eu, louca por ceguinhos, mudei meu pedido: Me dê a ceguinha, e coloque a outra no lugar dela, para ser disponibilizada para adoção. E assim minha amiga fez pra mim! Só que no corre-corre dos nossos dias, kd minha ceguinha? Nada de poder pegar... E nesse meio tempo minha Buffyzinha tb virou estrela! Eu nem preciso dizer como eu fiquei! Duas peludinhas em menos de 03 meses... Decidi! Quero minha ceguinha urgente! Em menos de uma semana, liguei pra Rachel e pedi que me dissesse onde minha filhinha estava que eu ia pegar ela naquele momento. E fui...
Agora está ela, na minha casa, me trazendo alegria, me trazendo vida, e eu tenho muita gratidão por ela ter vindo pra mim. Ela trouxe luz para dias onde eu ainda choro diariamente sentindo falta daquelas que eu nunca vou esquecer. Por isso não tinha outro nome mais apropriado. E eu apresento aos meus amigos e amigas: a SOL! Minha nova peludinha! ehehehehehe"
Sol na ama da sua nova mamis.
 Sehue ainda uma cartinha da minha bebê pra mim:
"Tia Rachel Garcia, olha eu aqui toda folgada na cama da minha mamis. Repara no meu lacinho que colocaram em mim depois de um bainho caprichado. Miaaaauuuu!!! Tia, eu estou me esforçando muito e a mamis já tá doidinha por mim, viu? Me cheira e beija o tempo todo, e eu, espertinha, retribuo com muito carinho e ronrons, rolo na cama toda e mostro a barriguinha. Claro que meus irmãozinhos ainda não me... aceitam, mas eles são bonzinhos e a mamis tb fica vigiando, por isso ainda não levei um tapinha sequer, viu? Ah, e eu não implico com nenhum deles, nem com os felinos, nem com os caninos. Já aprendi onde comer, onde beber, e onde fazer minhas necessidades. Sabe que eu nem me assusto com muitos barulhos? É que vim da rua, né, tia? Então sou bem danadinha. eheheheh.
Tia, a mamis mandou eu te dizer que ela está imensamente feliz comigo aqui, e vai fazer de tudo pra que eu seja muito feliz, e viva pelo menos uns 20 aninhos. E eu? Tia, muito obrigada! Se não fosse vc na minha vida, ter me encontrado, resgatado, me tratado... Vc é um anjo, tia Rachel. Que Deus te abençoe muito, com muita saúde e felicidades. Lambeijocas no seu coração!"
Minha amiga Gisele Oliveira e a sua nova filhinha, Sol.  
Bem gente, é isso. Agora vou agendar, o mais rápido possível, uma visita à nova casa da Sol e depois conto tudo a vocês. Gostaria de aproveitar e agradecer a todos os envolvidos nessa história feliz: minha mãe, Núbia Garcia, meu namorado, Marcelo Pessoa, ao porteiro do Pérdio, Seu Silveira, à Dra. Margarida Timbó e, principalmente, à minha amiga Gisele Oliveira. Gente, valeu. FOI LINDO!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Independência sentimental

Um dia, ao chegar à clínica onde faço terapia, ouvi um miado. Entrei no consultório, tive os meus 50 minutos de divã e o miado continuava lá, como uma trilha sonora para os meus questionamentos mais íntimos. Ao sair, decidi ver a cara do miado. Era branca e tinha olhos enormes, com três pálpebras. Eu não sabia bem o que ia fazer com ele, mas levei-o para o veterinário. Era ainda um ser sem nome e sem sexo. Algum tempo depois, quando o levei para casa, já era Milk e gata.

A minha relação com Milk se estreitou e eu fui sentindo menos necessidade do divã. Ando freqüentando o consultório apenas de forma quinzenal, pois minha vida, que já era embalada por leves sons de gatos (água sorvida depressa, ronronados dengosos...), passou a ter um fundo musical vasto e diversificado. Agora são sons de brigas por ciúmes e miados por tudo. Os questionamentos ainda existem, é verdade, mas agora, embalados por miados, parecem bem menos perturbadores.

 Milk não passa despercebida nunca, briga com os outros gatos pela minha atenção, tornou-se dona de tudo o que é meu e me segue pela casa. Não gosta de portas fechadas pra ela. A gatinha sai arranhando todas, chora e, assim como eu, acha sempre um meio de entrar onde quer. Além de tudo, ela reclama pela minha presença, pelo meu carinho, pelo meu amor, pelo meu tempo. Faz isso de uma forma muito leve e engraçada e acaba por preencher toda a minha necessidade de me sentir necessária. Mesmo assim, não me sufoca, pressiona ou chatea.  

É como disse o meu mais novo e sábio amigo Burroughs, "os gatos servem como telas sensitivas para atitudes bastante precisas quando escalados em papéis apropriados". 









quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Arthur e seus amigos


Eu quero isso pra mim rsrsrs


Foto: Arquivo Pessoal/ Silvia Lakatos

Em 19 de setembro de 2010, Arthur nasceu com 49 cm e 3,530 kg. Ótimas medidas e perfeito estado de saúde, contrariando aqueles que consideram impossível uma mãe vegana dar à luz um filho saudável. Naquele momento, eu estava com 39 anos de idade e tivera uma gravidez sem contratempos. Apenas um pouquinho de inchaço na reta final, quando a retenção de líquidos aumenta.
Dois dias depois, tivemos alta, saímos da maternidade, e Arthur começou o convívio com os outros habitantes de nosso pequeno apartamento: Miloca, Marília e Dirceu, três gatos muito queridos. Há mais felinos em nossa família. Mas, assim como os cachorros, eles moram na chácara ou ficam na casa de minha mãe, que é mais espaçosa.
Desde os primeiros dias com o bebê em casa, surpreendi-me com a noção de ética dos felinos. Eles respeitaram de tal forma as coisas do Arthur que eu nunca precisei tirá-los, por exemplo, das gavetas de roupas do pequeno (e olha que eles adoram entrar nas minhas!).  Era como se dissessem: “Entendemos que ele é seu filhote, não vamos dificultar as coisas, ok?”.
Aos poucos, eles foram se conhecendo e se aproximando. Hoje, o Arthur e os gatos brincam juntos — não no mesmo ritmo, é claro, pois uma das gatas tem 17 anos e quer dormir, não farrear! Mas eles dividem harmoniosamente o chão da sala, os brinquedos e até o carrinho de bebê…
Arthur é esperto. Suas primeiras palavras foram “ga” (apontando os gatos), “tata” (referindo-se às tartarugas que moram na escolinha que ele frequenta desde que voltei a trabalhar), “tetê” (leite”), “au-au” e “alô” — sim, ele “usa” um celular — de brinquedo, é lógico.
Agora estou esperando que ele se digne a falar mamãe!
Sílvia Lakatos Varuzza, 40, jornalista e historiadora.
ANDA 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O silêncio dos livros, dos gatos e Gerard Dubois

 Trazendo mais imagens do blog O silêncio dos livros . Desta vez, apresento aqui, especialmente, as ilustrações de autoria de Gerard Dubois, que parece gostar muito de gatos. Para comprovar isto, fiz uma pesquisa extra e trouxe mais dois de seus trabalhos com gatos e livros.

Gerard Dubois  trabalha como ilustrador desde 1991.

DuBois vive e trabalha em Montreal, Quebec. Suas ilustrações têm aparecido em publicações como Readers Digest, revista Rolling Stone, e The Wall Street Journal.

Atualmente está trabalhando em uma série de projetos, incluindo um livro infantil.




terça-feira, 13 de setembro de 2011

Hoje eu trago duas imagens com livros e gatos do blog O silêncio dos livros.
Ao contrário do exposto nesse blog, que eu amei conhecer, aqui, eu posto algumas explicações sobre as "figuras" que acompanham as nossas eternas paixões. Porque gente que gosta de livro e gato, só poder muito interessante...

Katherine Anne Porter (1890-  1980) foi uma jornalista texana, ensaísta, romancista e ativista política. Suas obras lidam com temas sombrios tais como traição, morte e a origem do mal humano.

Ilustração criada por Mónica Carretero. Vocês podem conhecer mais trabalhos (inclusive de gatos) na página Mónica Carretero.

Bjo grande!!!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

De volta com Nelson Motta





Depois de cinco meses sem postar, estou de volta à ativa. Para voltar em grande estilo, trago Nelson Motta e seu gato. Quem quer saber mais, deve acessar: https://www.paodeacucarmais.com.br/Secure/PilarAmor.aspx
Pra cá, eu trago o melhor trecho da entrevista:

“Trabalho tranquilamente, olhando o mar. Sento nessa
cadeira com o meu gato no colo... Maravilhoso”



segunda-feira, 28 de março de 2011

Nina é garota propaganda da campanha "Amamentação Felina"

Olá gente,
Essa é Nina com seus filhotes.
Abriguei a Nina em meu prédio quando ela estava grávida. Ela é a esposa do Francisco, um outro gatinho que alimento por lá, e foi trazida por ele para que nós ajudássemos com o parto. Bem, ele não disse isso, mas estava implícito.
Nina vai ser castrada e colocada para adoção, juntamente com os filhotes, mas só depois de desmamar. Porque, também no mundo felino, a amamentação se faz indispensável pois é responsável por uma vida saudável dos filhotes e pela tranquilidade da gata mãe. Vejam:


Esse espaço verde é perto da casa do caseiro do prédio, tem plantas e dá acesso ao local do abrigo da chuva e do sol, embaixo da escada. É bem tranquilo, porque o caseiro adora animais e está sempre de olho no bem estar de todos. É lá também que colocamos ração e água para mamãe e bebes.

Na foto acima, Nina faz carinho no filho enquanto o alimenta.

As fotos foram tiradas na manhã desse sábado, 26 de março. Ver esse momento todos os dias durante esse mês faz as minhas manhãs muito mais felizes. Quando a gente pensa que está dando muito ao abrigar uma família felina, a vida nos ensina que é o contrário:  A GENTE SÓ TEM A GANHAR!

O gatinho acima é a cara do Francisco, o gato pai. Muito fofo.

Bem gente, é isso. Lembrem-se, se vocês resgataram uma gatinha grávida e quiserem castrá-la e colocar os filhotes para adoção, aguardem o período da amamentação.

Uma excelente semana para todos!






segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Negrita

Olá gente,

hoje venho apresentar pra vocês a história da Negrita. Mais um caso feliz que resultou do meu aprendizado com a Pérola:

Na época da doença da Pérola, minha Tia Enedina (tia Nede) me deu muito apoio. Ligava diariamente para saber do estado da minha gatinnha. Ela já havia criado gatos, quando morava em outra cidade e seu marido ainda era vivo, porém todos os seus animais viviam fora da casa, em um grande quintal. Com a morte do marido, ela veio para a capital onde passou a morar só em um apartamento.


Bem, a Pérola ficou boa, mas minha tia continou ligando para saber dela e demonstrou por várias vezes a vontade de ter uma gatinha também. Minha mãe, então, foi em uma clínica veterinária que havia resgatado das ruas uma filhote preta bastante carinhosa. Há 5 meses a gatinha vivia na clínica a espera de adoção sem sucesso. (Nós gateiros bem sabemos a dificuldade de adoção de gatos pretos). Mamãe comprou areia, ração, potinho e banheiro para a gatinha, que era chamada pelos trabalhadores da clínica de Rainha de Sabá. Para ajudar, comprei uma caminha bem fofa e fomos deixar a gatinha com teu seu aparato na sua nova casa.

A identificação entre mãe e filha foi imediata, e Rainha recebeu um novo nome: Negrita e ganhou um quarto só para ela. Cheio de brinquedinhos e todos os seus outros pertences. Vejam um pouco da história da minha afilhada através das fotos.

 Negrita

 Tia Nede e sua filhota Negrita

Eu e minha afilhada



Gente, essa história ainda tem muito pano pra manga...mas depois eu conto!!! Para finalizar este capítulo, só posso dizer que a gatinha nos faz muito feliz!!!!


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Morphina e Gatinha batendo o ponto por aqui!

Hoje o André Stppelli postou essa foto da Morphina e da Gatinha no face dele.
Sorte nossa...


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Gatinhos e bebês...

Olá gente,

seguem umas fotos super fofas do meu amigo fotógrafo Stoppelli. Aquele que é dono da Morphina e dos gatinhos. Eu amei e espero que todos gostem. A gatinha das fotos foi adotada por ele e é uma de suas modelos favoritas.





quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Pesinho de porta

Pesinho de porta ou arranhador para gatos rsrs. Não está sendo usado ainda, vai para nossa casa nova. A foto foi tirada no dia em que comprei, nas Casas Freitas. Eu adorei e o Kituti também. Nós indicamos!!!
Um excelente final de semana para todos.