sexta-feira, 31 de maio de 2013

Borges, o gato, em seu texto sobre os livros e a leitura! Perfeito...


Original de: http://www.borgesogato.com/apreciar-um-livro/

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Exemplo

Hoje cedo, uma das primeiras mensagens que encontrei na minha caixa de e mails era intitulada "UOL - Notícias por e mail", encaminhada pelo Marcelo. Quando abri, tive uma grata surpresa. Eu, que já venho acompanhando pessoas famosas que resgatam e cuidam de animais há um tempo, descobri mais uma! Nosso time vem ganhando muito reforço na mídia por conta dessas pessoas:

Chris Nicklas encontra paz de espírito e qualidade de vida entre suas plantas e gatos

A apresentadora do Quebra-Cabeça do canal GNT, Chris Nicklas vive num lugar de sonhos, onde encontra sua paz de espírito e qualidade de vida.  “Encontramos o lugar e fomos plantando árvores frutíferas e hoje temos pés de acerola, jabuticaba e amoras. [...] nós tínhamos a experiência de ter morado em casa e viver com jardins, animais, de rolar na lama. E queríamos dar isso aos nossos filhos”.



Chris fala que a casa parece uma bolha, com direito à visita de saguis e gambás: “Estamos num trecho de Mata Atlântica e temos contato com a fauna silvestre”, diz ela, entusiasmada.Isso explica por que nos finais de semana a família até prefira ficar em casa a sair. A sala tem um deque no jardim, com muitas plantas que o casal mesmo cuida. “Nós nos importamos e isso nos dá a sensação de qualidade de vida, nosso esforço diário em manter este cantinho”.



Na casa, ela vive também com um peixe e cinco gatos, todos resgatados da rua: “O Chinês, por exemplo, chegou todo sarnento e cuidamos. Já tive mais, mas, claro, eles vão morrendo, de velhice ou doenças graves. Todos são castrados, o que evita que queiram ir para a rua. Creio que os animais tenham um pouco da personalidade dos donos. A veterinária sempre diz que meus gatos são muito calmos e bonzinhos na hora de serem atendidos”.



A apresentadora já chegou a declarar que gostaria de criar uma reserva ecológica, mas confessa que é algo meio utópico: “Tenho amigos com este mesmo sonho. Eles têm esta percepção de natureza. Nós discutimos sobre isso de criar uma reserva, mas é algo muito grandioso”. Enquanto o sonho não se realiza, ela toma algumas atitudes para mudar o mundo, ao menos ao seu redor: “Eu reciclo, planto árvores, temos um carro só, o que é mais econômico e ecológico, resgato animais.”




Aliás, falando em maternidade, algo que a conduz é a responsabilidade de educar: “Penso em passar meus valores éticos, pois as crianças se inspiram em seus pais. A nova geração nem liga para nada, mas é preciso se importar com as pessoas, com o meio ambiente, com os animais, enfim, com tudo a sua volta. Você vê um cão atropelado, por exemplo, e não vai parar e socorrer?”, finaliza. 



É isso. O ideal!

Bjos em todos.

 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Casa nova. Capítulo I - Enfim, sós!


Oi genteeeee...Bem, depois de oito meses da nossa mudança, venho contar tudo! Em capítulos, porque a história é longa e deve ser contada em detalhes de tão deliciosa que é. Lá vai:

Na manha do dia 21 de janeiro deste ano, eu, Kitutti, Pérola e Milk mudamo-nos para nossa casa nova. Longe de todo o burburinho dos engarrafamentos e correria da cidade grande, chegamos felizes ao nosso “lugar de mato verde pra plantar e pra colher”, à nossa casinha amarela de varanda, com "quintal e uma janela para ver o sol nascer".

Agora, os gatos não passam mais o tempo olhando a fileira de carros iluminados na Av. Santos Dumont, eles olham a Lua pastar (A Lua é a égua da minha irmã Sarah que mora ao nosso lado. Depois eu conto mais esta história). De todos os meus felinos, a Pérola é a que mais gosta da Lua. Na foto abaixo, a Lua me ajudando com a grama. Ela come tudo direitinho, de modo que eu não preciso cortar sempre. Uma fofa, super carinhosa essa minha sobrinha.


Nós estamos muito felizes por termos o nosso lugar e por termos Bethoven com a gente todos os dias. (Bethovem é o cachorro que eu adotei e que ficou morando no terreno enquanto a casa era construída.. Depois eu conto essa outra parte da história. Importantíssima, diga-se de passagem).



Além do Bethovem e da Lua, o Kitutti, a Pérola e a Milk ganharam a companhia de outros animais: Akim, (cachorro da minha irmã Sarah e do meu cunhado Marcelo), Nick (cachorro da casa da minha mãe), os jabutis (qua ainda não tem nomes) e Lisbela (uma rolinha Fogo-pagô que fez ninho na coluna da minha varando e hoje mora aqui com os filhos e o Prisioneiro, seu marido).




Só pra vocês entenderem, aqui funciona assim: um terreno grande, 12 lotes, com três casas. Cada pedacinho da família, que antes morava toda junta naquela caixinha de fósforo que as pessoas chamam de apartamento, agora tem sua casa.

Eu, Kitutti, Pérola, Milk e Bethoven ficamos com 3 lotes no lugar que eu considero ser o mais privilegiado de todo o terreno. Temos muita sombra no nosso quintal por conta de um cajueiro enorme e de várias outras árvores, dentre coqueiro, pé de acerola, mamoeiro...







 



 ... e "entrou pela perna do pato, saiu pela perna do pinto. Seu rei mandou dizer que eu contasse mais cinco!" Mas só depois...

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Paixão felina desde a infância

Oi gente! Hoje trago pra vocês uma foto minha ainda pequena, no jardim de casa, com um gatinho. Achei a preciosidade revendo meus álbuns de infância. Depois, conversando com familiares, cheguei a uma informação importante. Minha tia Lyana tinha um gatinho nesta época chamado Faísca e, como ela era nossa vizinha, estou achando que é ele na foto.


Bem, é isso! Eu e os gatos, um amor de sempre, pra sempre. Coisas de Bruxa.
Um excelente final de semana para todos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Eike Batista - a invasão dos gatos na família

Quando, há quatro anos, eu me apaixonei pelos gatos, fui considerada estranha por muitas pessoas. Hoje, eu fico feliz ao ver que conseguimos, eu e meus gatos, conquistar muitas pessoas. A galerinha da casa da vovó Alice adotou, em janeiro deste ano, um gatinho lindo, batizado de Eike Batista.

Eike Batista no meu colo quase dormindo por conta do cafuné.


O gatinho chegou com a mãe e ambos foram abrigados e alimentados, de forma que o período da amamentação transcorreu tranquilamente. Porém, como não houve a castração conforme eu indiquei desde o começo (os benefícios da castração demoram muito a serem absorvidos pelas pessoas) a gata mãe foi à rua, ainda no primeiro mês em que estava na casa nova) e não mais voltou. Bem, a lição foi aprendida de modo que Eike foi castrado assim que completou seis meses. Foi também vacinado, vermifugado e come ração de ótima qualidade.



Eike é um gatinho muito carinhoso e amado e até o Skim, o cachorro da família, que sempre teve problemas com outros animais, está amigo dele. Eike já completou oito meses e, como todo gato, acha que é o dono da casa. Dorme com a vovó na cama e tem travesseiro, mas também tem caminha própria de gato.

A partir de hoje, Eike Batista vai aparecer aqui com mais frequencia. Eu espero que ele conquiste a todos vocês assim como fez com sua família humana que, agora, tem muita história engraçada pra contar.


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Tom entre livros

Oi gente, voltando com tudo depois de umas semanas de ausência.
Trago pra vocês hoje o Tom, gatinho da Suzana Figueira do Pará. O Tom, esse gatinho galã que aparace nas fotos deste tópico,  foi resgatado das ruas ainda bebê e hoje tem um ano e meio. É um gatinho intelectual e muito "viajado".  Já viajou junto com sua mãe de avião e de carro. Foi conhecer os avós e o restante da família e, por incrivel que pareça, conquistou sua vó materna que não gostava muito de “bicho”. Hoje, ela adora o Tom. Liga para a Suzana e pergunta pelo netinho todos os dias.

Eu gostaria de aproveitar o post para mandar um cheirinho de nariz pra esse gato culto que virou minha nova paixão virtual. 




quarta-feira, 16 de maio de 2012

A coluna de Pedro Salgueiro, do jornal O Povo, publicada quinzenalmente às quartas-feiras, trouxe hoje o texto Cães & gatos que eu queria dividir com vocês. O texto fala da ligação de escritores com os felinos. Espero que gostem.


Cães & gatos

"Entre os escritores cearenses conheço as preferências caninas do amigo Airton Monte e a idolatria saudável da bela Tércia Montenegro por gatos.

O mundo é dividido entre os que gostam de cães e os que adoram os gatos.

Não à toa não se dão lá muito bem: homens, cães e gatos.

Homens que gostam de cães adoram submissão, veneram os que lhes lambem diuturnamente os pés.

Homens que gostam de gatos são maus, misteriosos e solitários.

Há os que gostam dos cães por sua fidelidade, companhia e subserviência; já outros que os detestam exatamente por essas mesmas características.

Existem os que odeiam os gatos por sua frieza, arrogância e discritude; outros os amam exatamente por isso.

Os cães são dos donos, os gatos são das casas... e blá, blá, blás (ou miau, au, aus!)

Sempre desconfio dos que se apegam demais a uns e a outros. Dos que criam um número excessivo deles. Pra mim o mais claro sinal de loucura, de desequilíbrio mental.

Os dois passaram a ser por demais destacados, cuidados, amados, endeusados: terapias para os males modernos? Gostava da época em que não eram mais que adereços corriqueiros de um lar: comiam as sobras, dormiam num canto qualquer da cozinha, e se vacilassem recebiam um troco conforme fosse o humor dos habitantes: um afago ou um chute, um osso ou um grito...

Winston Churchill afirmava que “os gatos são os únicos animais que nos olham de cima pra baixo”. Patrícia Highsmith dizia que “um cachorro pode ser utilizado ou comandado, mas um gato não obedece ordens.” Os escritores de literatura policial e de mistério sempre foram fanáticos por eles: Edgar Allan Poe e sua esposa Virgínia dormiam com um siamês lhes aquecendo os pés (e quem não se lembra do seu tenebroso contos O gato preto?), Raymond Chandler sempre escrevia com seu felino sobre a escrivaninha, o monumental Simenon frequentemente era fotografado com seu enorme persa negro, nossas Lygia Fagundes Telles e Clarice Lispector eram devotas confessas dos bichanos, João Guimarães Rosa também...

O escritor francês Roger Grenier escreveu um livro belíssimo, Das dificuldades de ser cão (aqui saiu pela Ed. Cia das Letras em 2002), sobre cachorros de literatos famosos: do mitológico Argos, de Ulisses, ao vira-lata mestiço de Thomas Mann; cães para todos os gostos.

Entre os escritores cearenses conheço as preferências caninas do amigo Airton Monte e a idolatria saudável da bela Tércia Montenegro por gatos. Já a queridíssima Ana Miranda reparte seu coração e sua casa grandes igualmente para cães e gatos.

Eu, modestíssimos escritor de província, prefiro gatos a cães. Precisamente pelos que os felinos têm de mais humanos: os defeitos. E não gosto muito de cachorros talvez pelo simples fato de que um dia, na infância, fui mordido na canela por um magro vira-lata branco."

Vocês podem enviar considerações sobre o texto através do e mail: pedrosalgueiro@opovo.com.br